sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Crítica de Cinema: Viva! - A vida é uma festa

Título: Viva! - A vida é uma festa
Título Original: Coco
Atores Principais: Anthony Gonzalez, Benjamin Bratt, Gael García Bernal
Gênero: Animação
Direção: Lee Unkrich, Adrian Molina
Duração: 1h45min
Lançamento: 04 de janeiro de 2018
País: Estados Unidos
Avaliação: ★★★★☆

Sinopse: 
Miguel é um menino de 12 anos que quer muito ser um músico famoso, mas precisa lidar com sua família que desaprova seu sonho. Determinado a virar o jogo, ele acaba desencadeando uma série de eventos ligados a um mistério de 100 anos.


Crítica: Feliz ano novo povo! Ontem estreou o novo filme da parceria Disney/Pixar, e esse foi o segundo ano em que eu assisti a premiere de um filme da Disney na CCXP, e novamente, valeu super a pena ter acordado cedo e passado horas na fila pra ver um filme maravilhoso! Viva! A vida é uma festa é o primeiro da Disney/Pixar com uma temática latina, e além de trazer um pouco da cultura mexicana e muita música boa, ainda é capaz de fazer qualquer um se emocionar muito.

Em Viva! conhecemos Miguel, um menino apaixonado por música que tem que viver seu encanto escondido, já que a 100 anos a música é proibida na sua família, desde que seu tataravô abandonou a mulher e a filha para seguir a carreira de músico. No Dia dos Mortos, querendo se apresentar no concurso de talentos da cidade, o menino acaba sendo descoberto pela sua família, e enquanto discuti com sua vó, a matriarca, ele acaba suspeitando que seu tataravô seja seu ídolo, e grande finado astro do país, Ernesto de la Cruz. 

Revoltado, o menino foge de casa, e acaba no cemitério, onde ele tenta roubar o violão que aparece na foto como sendo de seu antepassado, e que está dentro do enorme mausoléu do famoso cantor. Por desrespeitar os mortos, principalmente no Dia de Los Muertos, o espírito de Miguel acaba sendo levado para a Terra do Mortes, e na ponte da travessia entre o mundo dos mortos e dos vivos, ele encontra um grupo de seus familiares já mortos. 

Lá, sua família também odeia a música, então, para poder voltar para casa, ele vai precisar encontrar o espírito de seu tataravô. Nessa jornada para voltar para casa e abraçar todo seu potência musical, ele contará com a ajuda de Hector, um espírito que está quase sumindo, porque ninguém mais lembra dele, e de seu cão Dante, e precisa correr antes que sua alma passe de vez para o outro lado. A história conta com muitas aventuras,  reviravoltas, músicas maravilhosas, e momentos de emoção que não deixam ninguém de olho seco, como só a Pixar consegue fazer.

O filme é muito visualmente bonito, muito colorido, e representa bem a cultura mexicana e latina. A história é tão emocionante, falando sobre segredos de família que podem mexer com elas anos depois, e como isso pode mudar a vida de gerações. As músicas são igualmente muito bonitas e perfeitas para dançar, e ainda de quebra temos Dante, o cachorro muito engraçado do Miguel. Mas então, por que eu não dei 5 estrelas? Não sei dizer ao certo, mas para mim faltou um pouco da mágica que normalmente eu sinto nos melhores filmes da Pixar, talvez tenha sido por sentir que eu já havia visto muito dos plots em filmes anteriores, ou talvez algo tenha faltado mesmo. Mas isso não muda o quanto esse filme foi fofo, emocionante e ótimo.

Assista o trailer:

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